CODÓ AGORA: Mulher denuncia que foi expulsa do HGM depois que se negou a usar lençol do hospital para embrulhar o filho

29/06/2012 por julimarsilva · Sem Comentários 

Uma mulher da cidade de Timbiras, afirma que foi impedida de permanecer com seu filho de 04 (quatro) anos de idade no HGM (Hospital Geral Municipal) de Codó – MA, depois que de ter, segundo conta, se recusado a utilizar um lençol da unidade de saúde para embrulhar o garotinho. Ela afirma que a ordem teria vindo da direção do hospital, que proibia o uso de qualquer outro lençol, que não fosse os oferecidos lá mesmo. A mãe da criança alegou à reportagem do Codó Agora, que o lençol do hospital estaria sujo e rasgado e que por essa razão se recusava a utilizar o lençol oferecido para embrulhar o filho e que não aceitava qualquer imposição do diretor que falava em tom ameaçador praticamente obrigando-a a fazer uma coisa que ela não queria, afirma a senhora que preferiu não divulgar o nome. Respondendo a afirmativa de uma zeladora e também do diretor de que não poderia usar outro lençol a mulher respondeu:

“porque eu não posso, hoje está com 08 dias que eu estou aqui e eu nunca usei um lençol daqui. Aí ele falou assim (Luiz Boa, diretor da unidade), ou você usa o lençol daqui ou você vai embora. Então você vai me mandar embora porque o senhor não vai me obrigar a usar uma coisa que eu não quero, que eu não gosto”, afirma a mulher.

Opinião

Como cidadã, esta senhora foi destratada e desrespeitada. Falando nisso, onde estão os “direitos humanos” numa hora como essa? Ao hospital, faltou o cuidado, em tentar encontrar a maneira correta de lhe dá com a situação e equacionar o problema. Foi mais fácil para a direção do hospital mandar a mãe do paciente, ir embora, colocando em risco até mesmo a criança doente, do que tentar através de uma boa conversa, resolver a situação.

O hospital deve uma explicação para a população. Pois independente da criança ser de outro município, o que está faltando é humanização do atendimento da unidade de saúde, que atropela sua função de bem atender, em prol de caprichos pessoais, e “abuso de poder” sobre os mais humildes.

O Codó Agora, não vai descuidar desse tipo de situação de descaso com a coisa pública, em que principalmente o cidadão é o mais prejudicado.

Outras informações: www.debatedemocratico.com.br

Sugestões: julimarsilvareporter@hotmail.com

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